Uma pequena explicação antes do texto:
[Uma pequena poesia feita há algum tempo por mim. Quero compartilhar os sentimentos que me levaram a escrevê-la com vocês. Pois o clima de natal já está tocando aqueles corações mais sensíveis]
[...] aquele Mestre de Nazaré polariza
igualmente as minhas esperanças. [...] Sinto a “rocha” milenária, luminosa e
sublime, que nos sustenta o coração atolado no pântano de misérias seculares.
[...] Jesus vê que no vaso imundo de meu espírito penetrou uma gota de seu amor
desvelado e compassivo. [...] Ele ampara os meus pensamentos com a sua bondade
sem limites. [...] como Bartolomeu, já possuo o bom ânimo para enfrentar os
inimigos de minha paz, que se abrigam em mim mesmo. Tenho a alegria do
Evangelho, porque reconheço que o seu amor não me desampara. Confiado nessa
proteção amiga e generosa, meu Espírito trabalha e descansa. [...] existem
Espíritos esclarecidos e Espíritos evangelizados, e eu, agora, peço a Deus que
abençoe a minha esperança de pertencer ao número destes últimos. -Humberto de
Campos-
Mestre,
Só agora percebo que
Nasceste na estrebaria de meu ser
meu coração Mestre, se Permitires, pode ser
Tua manjedoura.
Há quantos milênios
Esperas o meu despertar para que Viesses à luz em mim, e eu – em meus percalços
– não Te percebia guiando meus passos e amparando este meu ser mendigo de amor
e sabedoria.
Nos momentos das
pequenas e das grandes quedas Estavas junto a mim.
Quanto me Esperaste
Senhor.
Por vezes Te busquei,
no entanto, a ignorância reveste-se em várias formas,
e eu não percebia que
sempre Estiveste comigo;
quantas vezes
Carregou-me nos braços, pois minha esperança havia se esvaído.
Hoje Senhor e Mestre,
a minhalma se rejubila pelo Teu natal; e só hoje Senhor – neste segundo e nos que
o seguem – descobri o Teu nascer para o mundo e para mim.
Deixa eu me embevecer da Tua serenidade e do Teu
amor para que meu ser se revigore e trabalhe, sem cessar,
a fim de lapidar o
amor, a justiça e o saber neste orbe infectado de mazelas.
Perdoa-me Jesus, por
fazer parte dessas lágrimas, que tantas vezes rolaram por Tua face ante os
opróbrios humanos.
Permita-me, Cristo de
Deus, levar sorriso aos Teus lábios;
hoje nasce um novo
homem por Ti, para Ti e Contigo para ser o servidor;
o alferes da
fraternidade junto aos homens.
Quero fazer parte
daqueles anônimos que também lutaram e ainda, sem descanso, lutam pela
edificação do Teu Reino na Terra.
Eis-me aqui Mestre
Maior, ainda com máculas, ainda profano, mas rogo-Te:
Tens em mim o servo
menor, Utiliza minhas possibilidades segundo Tua justa e soberana vontade.
(Diego Alberto)

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